O BIGBANG virou alvo de uma investigação de defesa do consumidor na Coreia do Sul depois que fãs reclamaram de assentos com a visão bloqueada durante os três shows da turnê XX: Cosmos no Goyang Stadium, realizados entre 21 e 23 de agosto de 2026. A queixa foi protocolada no escritório regional de Seul da Comissão de Comércio Justo do país contra a agência do grupo, a YG Entertainment.
O que os fãs reclamam sobre os assentos do show do BIGBANG
O problema está concentrado nas seções F1 e F2, classificadas como "FLOOR R" e vendidas por 253 mil wones (cerca de US$ 183) com a promessa de ficarem bem em frente ao palco principal. Só que, ao chegar no estádio, parte do público descobriu que uma extensão alta do palco cortava a linha de visão — muita gente relatou que mal conseguia enxergar a cabeça de G-Dragon, Taeyang e Daesung durante a apresentação.
Nas redes sociais coreanas, o episódio foi chamado de "vergonhoso" por parte dos fãs, que pedem reembolso e punição para a organização do evento. Além do problema de visão, também houve críticas ao valor considerado alto dos ingressos — os lugares em pé da área VIP chegavam a 275 mil wones (cerca de US$ 199).
O que a Comissão de Comércio Justo vai apurar
A denúncia pede que as autoridades verifiquem se a venda, a divulgação e a vistoria prévia dos assentos das seções F1 e F2 seguiram a lei sul-coreana de proteção ao consumidor no comércio eletrônico, e se a YG Entertainment deve reembolsar quem comprou esses lugares. Até a publicação desta matéria, a comissão não havia divulgado um parecer final, e a abertura da reclamação não significa, por si só, que houve irregularidade — a agência também não se pronunciou publicamente sobre o caso.
Não é a primeira vez que a YG Entertainment enfrenta esse tipo de queixa
A situação lembra o que aconteceu em 2025 com o BLACKPINK, outro grupo da YG, durante a turnê "Deadline" — coincidentemente, também no Goyang Stadium. Na ocasião, fãs da seção N3, vendida como assento normal, tiveram a visão inesperadamente obstruída, e a agência acabou concedendo reembolso integral a esse grupo de compradores. O episódio recente reacendeu a comparação entre os dois casos e aumentou a pressão para que a YG resolva o problema da mesma forma.
BIGBANG no Brasil: como acompanhar a turnê XX: Cosmos
A turnê XX: Cosmos marca os 20 anos de estreia do BIGBANG e é a primeira do grupo já reduzido ao trio G-Dragon, Taeyang e Daesung, com 31 apresentações passando por Ásia, América do Norte, Europa e Oceania até 2027. Até o momento, nenhuma data na América do Sul foi anunciada oficialmente, mas o fandom brasileiro tem acompanhado cada etapa da turnê pelos canais oficiais do grupo e por trechos de shows compartilhados nas redes — vale ficar de olho no perfil oficial do BIGBANG para eventuais anúncios de datas na região.
Perguntas frequentes
O que aconteceu no show do BIGBANG que gerou a investigação?
Fãs que compraram ingressos das seções F1 e F2, vendidos como lugares na frente do palco, descobriram no local que uma extensão do palco bloqueava a visão, a ponto de muitos dizerem que mal viam a cabeça dos integrantes.
Quem está investigando a YG Entertainment?
A Comissão de Comércio Justo da Coreia do Sul, por meio do escritório regional de Seul, que vai apurar se a venda e a divulgação desses assentos seguiram a lei de proteção ao consumidor e se cabe reembolso.
Quanto custavam os ingressos com o problema de visão?
253 mil wones (cerca de US$ 183) pelas seções F1 e F2, classificadas como FLOOR R.
Já aconteceu algo parecido com outro artista da YG?
Sim, com o BLACKPINK, na turnê "Deadline" de 2025, também no Goyang Stadium — caso em que a YG deu reembolso integral aos fãs afetados.




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