Leticia Bueno, filha do narrador esportivo Galvão Bueno, entrou no mercado de k-pop e k-drama no Brasil com a criação da Klove, uma plataforma e aplicativo voltados especificamente para o fandom coreano brasileiro. A novidade, revelada pela CARAS Brasil, mostra a executiva expandindo os negócios da família para além do universo esportivo e do vinho — território onde já construiu carreira própria.
Quem é Leticia Bueno
Formada em Jornalismo, Leticia é uma das quatro filhas de Galvão Bueno e mantém um perfil discreto se comparada aos irmãos mais expostos na mídia. Antes de embarcar no projeto de k-pop, ela já havia sido sócia de uma agência de publicidade responsável por campanhas de grandes marcas, dirigido uma agência de comunicação da Stock Car e hoje segue como CEO da Bueno Wines, a vinícola da família fundada pelo próprio Galvão. A entrada no nicho coreano marca a primeira aposta pessoal da executiva num mercado de entretenimento fora do circuito esportivo e do vinho.
O que é a Klove
A Klove se apresenta como uma rede social feita sob medida para quem acompanha o universo coreano: reúne notícias, conteúdo sobre k-pop e k-dramas, cultura e lifestyle asiático, além de um espaço de comunidade para conectar fãs brasileiros entre si. A plataforma já está disponível como aplicativo para Android, e a proposta é ser um ponto de encontro único para quem hoje se informa espalhado entre grupos de WhatsApp, Twitter/X e fóruns informais.
- Fundadora: Leticia Bueno, CEO da Bueno Wines e filha de Galvão Bueno
- Proposta: rede social e plataforma de conteúdo para fãs de k-pop e k-drama no Brasil
- Formato: site (klove.fan) e aplicativo para Android
- Foco: notícias, comunidade e experiências para o fandom coreano brasileiro
Por que isso interessa ao fandom brasileiro
O Brasil já é reconhecido como um dos mercados mais engajados do k-pop fora da Ásia, com shows de grupos como Stray Kids e aespa lotando estádios e a Netflix investindo pesado em ações locais para fãs de k-drama, como a itinerante "Dramalândia". A chegada de uma plataforma nacional dedicada ao nicho, criada por uma empresária com histórico em comunicação e marcas, é mais um sinal de que o mercado brasileiro de cultura coreana deixou de ser nicho e passou a atrair investimento de fora do circuito tradicional de mídia asiática.




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